Voltei agora para a dança sincrônica
que me aproxima passo a passo
de um precipício poético
onde o rei do castelo é um coração
que desconhece todos os verbos
todos os sujeitos
e todos os predicados.
Mas dança maravilhosamente bem
ao som da música
e não se importa com nada
se seu cabelo está desarrumado
se o sapato está limpo
ou se o vinho que está bebendo
é barato.
Nenhum comentário:
Postar um comentário